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Materiais e consumíveis de soldagem

Metal de Adição (filler metal)

Henrique ReisPor Henrique Reis
Ilustração comparando dois metais distintos unidos por uma solda, evidenciando o papel do metal de adição como elo entre materiais diferentes.

Metal a ser adicionado a uma junta para sua soldagem ou brasagem.

Fonte: PETROBRAS N-1438 Rev. F (03/2023), item 3.75

InspeSoldinha explica

O metal de adição é aquele material extra que a gente usa para preencher e unir as peças durante a soldagem ou brasagem. Ele derrete e se mistura com o metal de base, formando a ligação entre as partes.

Saiba mais

O Metal de Adição e a arte de unir mundos diferentes

Quando o impossível parece separar, o metal de adição constrói pontes.

Definição: O metal ou liga metálica a ser adicionado na fabricação de uma juntaA junção de peça(s) de trabalho antes e depois da união. brasada, ou soldada.

InspeSoldinha explica: O metal de adição é aquele material extra que a gente usa para preencher e unir as peças durante a soldagemMétodo utilizado para unir materiais por meio de solda. ou brasagemProcesso de união no qual apenas o metal de adição é fundido, espalhando-se por capilaridade entre as peças a mais de 450 °C..

Ele derrete e se mistura com o metal de baseO metal ou liga metálica que está sendo soldado, brasado, cortado ou revestido., formando a ligação entre as partes.

O que é, de fato, esse tal de metal de adição?

O metal de adição é aquele material extra que a gente coloca ali, na junção das partes, pra fazer a ponte.

Ele se derrete, penetra, preenche e, principalmente, faz sentido junto com o metal de base. É ele que transforma dois pedaços em um só corpo, com resistência, continuidade e confiança.

Em outras palavras: ele é o elo. O diplomata. O conciliador.

Pode vir em forma de arame, vareta, eletrodo… não importa o formato. O importante é que ele seja compatível química e mecanicamente com o que você tá soldando.


Mas não é só pegar qualquer arame e sair soldando, né?

De jeito nenhum, meu amigo. Escolher o metal de adição errado pode custar caro. Não só em dinheiro, mas em reputação, em segurança, em sono perdido de madrugada.

E por que isso acontece?

Porque cada aplicação pede um desempenho diferente:

  • Resistência à trinca;
  • Ductilidade;
  • Resistência à corrosão;
  • Tenacidade à fratura;
  • Compatibilidade com tratamentos térmicos…

Cada uma dessas coisas deve ser levada em conta. E a escolha certa pode ser a diferença entre um projeto que entrega excelência e um que vira um pesadelo técnico.


Inspesoldinha Explica, no jeitinho simples:

O metal de adição é como aquele amigo que chega na hora certa e diz: ‘calma, deixa que eu resolvo’. Ele derrete e se mistura com os metais, faz a ligação acontecer e deixa tudo firme e forte.


E quando a gente não usa metal de adição?

Boa pergunta. Existem processos autógenos, como o TIG em algumas aplicações, onde os metais se fundem entre si sem precisar de material extra. Mas são exceção.

Na maioria dos casos , especialmente quando tem chanfroAbertura preparada para conter a solda, realizada na superfície de uma peça ou entre dois componentes, conforme geometria previamente..., folga ou necessidade de reforço , o metal de adição é indispensável.

Quando o assunto é soldagem, cada detalhe importa.

Precisa aplicar esse conhecimento na sua obra ou planta?

A InspeSolda executa a inspeção e a qualificação de soldagem com equipe qualificada e laudo técnico.

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