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Radiação Na Soldagem

A radiação na soldagem é a emissão de energia eletromagnética não ionizante, que abrange as faixas ultravioleta (UV), visível e infravermelha (IV), gerada pela alta temperatura do arco elétrico.

Henrique ReisPor Henrique Reis

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Radiação na Soldagem

Radiação na soldagem: riscos e normas de segurança

A radiação na soldagemMétodo utilizado para unir materiais por meio de solda. é a emissão de energia eletromagnética não ionizante, que abrange as faixas ultravioleta (UV), visível e infravermelha (IV), gerada pela alta temperatura do arco elétrico.

Essa radiação causa danos à saúde do operador, como ceratoconjuntivite (queimadura nos olhos conhecida como “luz de soldaUnião (coalescência) localizada de metais ou não-metais, produzida pelo aquecimento dos materiais à temperatura de soldagem, com ou sem...”) e eritema (queimadura na pele semelhante à solar), exigindo barreira física e isolamento do local de trabalho.

O que é radiação na soldagem?

radiação não ionizante é a responsável pela luminosidade emitida no processo de soldagemProcesso de união de materiais que gera a fusão ( coalescência ) ao aquecê-los até a temperatura de soldagem, podendo ou não envolver... ao arco elétrico e, também, pelos raios ultravioletas (UVA, UVB e UVC). Sendo UVC potencial causador de danos ao soldadorProfissional qualificado a executar soldagem manual ou semi-automática conforme norma aplicável. (pele e/ou olhos).

O que a Radiação Na Soldagem pode causar?

A luz da solda pode causar ceratite fotoelétrica (queimadura da córnea), dor intensa nos olhos e queimaduras na pele. Esses danos ocorrem devido à forte emissão de raios ultravioleta (UV) pelo arco elétrico

Como se proteger da Radiação Na Soldagem?

Para se proteger da radiação ultravioleta (UV) e infravermelha (IV) gerada pelo arco de solda, utilize sempre uma máscara de solda com filtro adequado ou de escurecimento automático, vestimentas de raspa de couro (avental, mangotes e luvas) que cubram toda a pele, e instale biombos ou cortinas de proteção coletiva no ambiente de trabalho

Quais são as 3 principais radiações ionizantes?

As três principais radiações ionizantes emitidas por processos radioativos são a radiação alfa, a radiação beta e a radiação gama, conforme detalhado pelo Instituto Nacional de Câncer. Elas diferem em massa, carga elétrica e capacidade de penetração na matéria.

Quais os riscos que um soldador está exposto?

O trabalho de soldagem expõe o profissional a riscos ocupacionais severos, divididos em agentes físicos, químicos, ergonômicos e de acidentes, que podem causar desde queimaduras e choques até doenças pulmonares graves e intoxicações

Quais são os principais Fundamentos da Radiação na Soldagem?

Radiação na Soldagem

Radiação na Soldagem

A radiação na soldagem é gerada no arco elétrico através da ionização de gases e do deslocamento quântico de elétrons em estado de alta energia.

Quando ocorre a diferença de potencial entre o eletrodo e a peça, o gás interfacial sofre ruptura dielétrica e se transforma em plasma , um gás altamente energizado composto por íons e elétrons livres.

O processo físico que origina a emissão de luz e radiação no arco ocorre nas seguintes etapas:

  1. Aceleração e Colisão: Os elétrons livres no plasma são acelerados pelo campo elétrico e colidem com átomos neutros do gás de proteçãoUm gás usado para produzir uma atmosfera protetora. (Argônio, Hélio, CO₂) e com os vapores metálicos da poça de fusãoO volume localizado de metal fundido em uma solda antes de sua solidificação como metal de solda..
  2. Excitação Atômica: Nas colisões, os elétrons orbitais dos átomos absorvem energia (quanta) e saltam para níveis energéticos mais elevados.
  3. Relaxamento e Emissão de Fótons: Como o estado excitado é instável, os elétrons retornam espontaneamente ao seu nível energético fundamental. O excesso de energia acumulado é liberado sob a forma de um fóton de radiação eletromagnética.

A relação entre a energia emitida e o comprimento de onda da radiação é calculada pela relação fundamental de Planck-Einstein:

E = h · ν = (h · c) / λ

Em que:

  • E: Energia do fóton emitido
  • h: Constante de Planck
  • ν (nu): Frequência da radiação
  • c: Velocidade da luz no vácuo
  • λ (lambda): Comprimento de onda

Como o plasma de soldagem contém diferentes tipos de átomos e vapores metálicos, a radiação na soldagem não é monocromática.

O arco gera um espectro amplo que combina linhas de emissão discreta de cada gás com a radiação de corpo negro proveniente da poça de fusão incandescente.

Espectro Eletromagnético Não Ionizante e Efeitos Fisiológicos na Soldagem

Radiação na Soldagem

Radiação na Soldagem

Nos processos convencionais de soldagem por arco , como Soldagem por Eletrodo RevestidoMetal de adição composto por um núcleo metálico revestido com material que estabiliza o arco, protege a poça de fusão e pode adicionar... (SMAW), MIG/MAG (GMAW), TIG (GTAW) e Arco Submerso (SAW) ,, a radiação emitida pertence predominantemente à classe não ionizante1. Embora não possua energia para remover elétrons e ionizar diretamente os átomos, essa radiação causa excitação molecular severa e danos fotoquímicos e térmicos aos tecidos humanos1.

Faixa EspectralComprimento de OndaFonte no ProcessoAlvo BiológicoMecanismo Fisiopatológico e Danos Ocupacionais
Ultravioleta C (UV-C)100 nm a 280 nmExcitação do plasmaCórnea e peleFotoceratite aguda, foto-oxidação e geração de ozônio (O3) no ar1.
Ultravioleta B (UV-B)280 nm a 315 nmPlasma de alta energiaCórnea e epidermeEritema severo (queimadura solar), fotoceratite e carcinogênese1.
Ultravioleta A (UV-A)315 nm a 400 nmArco e efluentes quentesCristalino e pele profundaCataratogênese crônica, envelhecimento precoce e pterígio1.
Luz Visível400 nm a 700 nmArco elétricoRetina e córneaOfuscamento, fadiga visual e lesão fotoquímica retinal (Blue Light Hazard)1.
Infravermelho Próximo (IR-A)700 nm a 1.400 nmMetal fundido e plasmaCristalino e retinaAquecimento intraocular e opacificação do cristalino (catarata térmica)1.
Infravermelho Médio/Distal (IR-B/C)1.400 nm a 1 mmPeça aquecida e poço de fusãoCórnea e epidermeQueimaduras térmicas superficiais e dessecação epitelial1.

Radiação Ultravioleta (UV) e Reações Fotoquímicas Secundárias

A radiação UV é a faixa de maior densidade energética emitida pelo arco1. A exposição desprotegida causa a fotoceratite (conhecida popularmente como “vista queimada” ou “olho de soldador”), cujos sintomas surgem após um período de latência característico de 6 a 12 horas7.

A radiação UV-B e UV-C é absorvida pelas células do epitélio corneano, provocando descamação, dor intensa, lacrimejamento e sensação de areia sob as pálpebras1.

Além disso, a radiação UV-C com comprimentos de onda inferiores a 242 nm reage com as moléculas de oxigênio (O2) do ar atmosférico por fotólise, gerando átomos de oxigênio livre (O) que se combinam para formar o gás ozônio (O3)5:

Radiação Na Soldagem 22

Radiação Na Soldagem 23

O ozônio é um poderoso agente oxidante e irritante das vias aéreas profundas, demonstrando como a radiação gera também um risco químico secundário no posto de trabalho, especialmente em processos como a soldagem de alumínio por MIG/TIG4.

Luz Visível e Perigo da Luz Azul (Blue Light Hazard)

A radiação visível produz o brilho intenso do arco elétrico1. A faixa compreendida entre 400 nm e 500 nm (luz azul) penetra profundamente no olho sem retenção significativa pela córnea, atingindo a retina7.

A exposição contínua provoca estresse oxidativo no epitélio pigmentado, podendo causar lesões irreversíveis aos fotorreceptores e manchas permanentes na visão1.

Radiação Infravermelha (IV) e Efeitos Térmicos

A radiação infravermelha transfere energia térmica por irradiação1. Como as estruturas internas do olho não possuem receptores nervosos de dor para o calor, a absorção continuada de raios IR-A pelo cristalino eleva a temperatura do humor aquoso, levando à denaturação gradual de suas proteínas transparentes e ao surgimento de catarata pré-senil ou térmica1.


Radiação na Soldagem: Fundamentos Físicos, Saúde e Proteção Ocupacional

Radiação na Soldagem

Radiação na Soldagem

A soldagem industrial é um dos processos fabris mais essenciais e complexos da engenharia moderna.

Longe de ser apenas uma união mecânica de metais, a soldagem por arco elétrico envolve a conversão localizada de elevadas quantidades de energia elétrica em energia térmica de altíssima densidade.

No núcleo do plasma do arco, as temperaturas atingem entre 6.000 °C e 20.000 °C. Para efeito de comparação, a fotosfera do Sol oscila entre 5.500 °C e 6.000 °C. Dessa forma, o soldador opera a escassos centímetros de uma fonte térmica mais quente que a superfície solar.

A interação dessa energia com o meio gasoso e metálico gera um amplo espectro de radiação eletromagnética , cobrindo as faixas de Infravermelho (IV), Luz Visível e Ultravioleta (UV-A, UV-B e UV-C) ,, além de radiação ionizante em processos especiais de inspeção e soldagem avançada.

Fatos, Estatísticas e Curiosidades Reais que Validam o Tema

  • Classificação de Carcinogenicidade (IARC/OMS): A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) reclassificou a radiação UV emitida pela soldagem elétrica como Carcinogênico do Grupo 1 (comprovadamente cancerígeno para humanos), apontando risco direto para o desenvolvimento de melanoma ocular.
  • Intensidade UV vs. Sol: A soldagem MIG/MAG em metais refletores (como o alumínio) pode emitir uma intensidade de radiação UV até 10 vezes maior do que a luz solar no horário de pico, capaz de provocar queimaduras de pele equivalentes a eritemas solares graves em menos de 1 minuto de exposição desprotegida.
  • Danos Oculares em Segundos: O tempo necessário para provocar a fotoqueratite (conhecida como “olho de solda” ou “queimadura do arco”) é de apenas 2 a 3 segundos de olhar direto para o arco elétrico sem a máscara de proteção com tonalidade adequada.
  • Distribuição de Energia Emitida: Cerca de 70% a 80% de toda a energia do arco elétrico é dissipada na forma de radiação térmica (infravermelho) e radiação óptica (luz e ultravioleta).

Este artigo analisa os fundamentos físico-químicos da emissão radiativa na soldagem, mapeia os impactos biológicos no organismo humano, desmistifica os mitos populares do chão de fábrica e detalha as tecnologias de proteção individual (EPIs) e coletiva (EPCs) em conformidade com as normas NR-6, NR-15, OSHA e ISO 16321.

Discussões na Mídia, Mitos Populares e Condutas de Saúde Ocupacional

Radiação na Soldagem

A análise de fóruns, portais do setor e redes sociais revela que a “vista queimada” é um dos tópicos mais discutidos por soldadores e praticantes. A dor aguda decorrente da fotoceratite levou à disseminação de diversas práticas empíricas e “receitas caseiras” para aliviar os sintomas. A seguir, abordam-se os principais mitos e o tratamento adequado recomendado para essa condição.

Mitos Frequentes vs. Evidências Científicas

  • Uso de leite frio ou clara de ovo nos olhos: É muito comum a recomendação popular de instilar leite frio ou aplicar clara de ovo sobre os olhos queimados. O alívio temporário relatado decorre exclusivamente da baixa temperatura do líquido, e não de propriedades medicinais. Aplicar substâncias orgânicas não estéreis sobre uma córnea lesionada e sem sua barreira natural cria um ambiente ideal para infecções bacterianas graves (como por Pseudomonas aeruginosa), podendo causar úlceras corneanas e perda parcial ou total da visão.
  • Aplicação de babosa (Aloe vera): O uso de extrato de babosa nos olhos é altamente contraindicado. As folhas da planta contêm substâncias irritantes e resinas que intensificam a resposta inflamatória e retardam a cicatrização do epitélio ocular.
  • Uso indiscriminado de colírios anestésicos: Embora proporcionem alívio imediato da dor, os colírios anestésicos inibem o reflexo de piscar, retardam a reepitelização e podem mascarar lesões graves, devendo ser utilizados apenas sob rigorosa supervisão médica.

Tratamento Médico Adequado para “Vista Queimada”

A conduta recomendada para o manejo da fotoceratite causada pela radiação na soldagem fundamenta-se em intervenções sintomáticas e de suporte:

  1. Compressas Frias: Aplicação de compressas frias com solução salina estéril (soro fisiológico a 0,9%) sobre as pálpebras fechadas para promover alívio térmico.
  2. Lubrificação Ocular: Uso de lágrimas artificiais e colírios lubrificantes estéreis sem conservantes para acelerar a regeneração natural do epitélio.
  3. Controle da Dor: Administração de analgésicos sistêmicos sob orientação médica para controle do desconforto.

Em condições normais, o epitélio corneano apresenta alta capacidade regenerativa, cicatrizando plenamente em um período de 24 a 48 horas após o encerramento da exposição.


Como se proteger corretamente?

Radiação na Soldagem

Radiação na Soldagem

A proteção contra os riscos radiativos apoia-se em princípios da física de materiais aplicados ao bloqueio da energia por absorção, reflexão e atenuação.

Máscaras de Solda e Filtros Automáticos (ADF)

As lentes das máscaras de solda atenuam a luz visível e eliminam as radiações invisíveis nocivas. Nas máscaras com Filtro de Escurecimento Automático (ADF), a lente combina proteção passiva e ativa:

  • Proteção Passiva Permanente: Filtros de interferência e camadas contendo óxidos metálicos bloqueiam mais de 99,99% das radiações UV e IR de forma contínua, mesmo quando a máscara está desligada, sem bateria ou em modo claro.
  • Proteção Ativa por Cristal Líquido: Sensores fotodetectores identificam o pulso luminoso do arco e aplicam um campo elétrico sobre os cristais líquidos, reorientando suas moléculas para alterar a transmissão de luz do estado claro (DIN 3 ou 4) para o nível de escurecimento de trabalho (DIN 9 a 13) em milissegundos.

Vestimentas de Proteção

Roupas de couro (raspa ou vaqueta) e algodão tratado com acabamento retardante de chamas atuam como barreiras opacas que absorvem a radiação infravermelha e ultravioleta. A baixa condutividade térmica do couro impede que a energia absorvida seja transferida por condução para a pele do soldador.

Cortinas e Biombos de Solda (Norma ISO 25980)

As cortinas de solda delimitam a área de trabalho, protegendo os demais trabalhadores contra a radiação na soldagem direta e refletida. A fabricação dessas barreiras em PVC especial deve cumprir os requisitos da norma ISO 25980:

Parâmetro TécnicoRequisito da Norma ISO 25980Impacto na Segurança Ocupacional
Transmitância UV< 0,002% (210 a 313 nm); < 0,02% (313 a 400 nm)Elimina praticamente 100% da radiação UV nociva aos olhos e à pele.
Transmitância VisívelAjustada entre 10% e 50% conforme a corPermite a supervisão visual da célula sem causar ofuscamento a terceiros.
Refletância Óptica< 10% de luz visível refletida no lado internoImpede que a luz do arco retorne amplificada para os olhos do soldador.
Resistência ao FogoMaterial autoextinguível (não propaga chama nem goteja)Evita focos de incêndio causados por respingos fundidos a mais de 1.500 °C.

Seleção de Cor do Material

A especificação da cor da cortina deve levar em conta as condições do ambiente de trabalho:

Verde: Transmitância visível de 35% a 50%, proporcionando maior visibilidade interna da célula em locais menos iluminados.

Vermelha ou Bronze: Transmitância visível de 10% a 15%, indicada para locais com alta luminosidade externa.

Na legislação brasileira, a NR-15 (Atividades e Operações Insalubres) enquadra as radiações não ionizantes em seu Anexo n.º 721.

A norma estabelece o direito ao adicional de insalubridade em grau médio (20% sobre o salário mínimo regional), porém adota uma abordagem puramente qualitativa, sem fixar limites numéricos de tolerância para a radiação UV, visível e IR21.

Por força da NR-09 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), na ausência de limites numéricos na NR-15, adota-se como referência técnica os limites propostos pela ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists)21.

A ACGIH determina que a dose efetiva máxima acumulada de radiação ultravioleta actínica na pele ou olhos desprotegidos, em uma jornada de 8 horas, não deve exceder 30 J/m² (3 mJ/cm²) 23.

Em arcos elétricos industriais operando em altas correntes, essa dose limite é atingida em frações de segundo de visualização direta1.

A soldagem é um processo industrial no qual os fenômenos de física de plasma, termodinâmica e mecânica quântica criam um ambiente radiativo de extrema intensidade1. Proteger a saúde do trabalhador exige um programa integrado de engenharia de segurança e controle ocupacional1:

  1. Controle Coletivo e na Trajetória: Isolamento dos postos de trabalho com cortinas aprovadas pela ISO 25980 e pintura de paredes internas com tintas foscas absorventes de UV (à base de óxido de zinco ou dióxido de titânio) para mitigar reflexões16.
  2. Equipamentos e Dispositivos: Obrigatoriedade de máscaras com filtros automáticos devidamente especificados, uso de exaustão local com filtros HEPA para afiação de eletrodos de tungstênio toriado e câmara blindada com chumbo na soldagem EBW1.
  3. Educação e Desmistificação: Realização de treinamentos periódicos com as equipes de trabalho para eliminar o uso de “receitas caseiras” prejudiciais e conscientizar sobre o caráter invisível e cumulativo dos danos causados pela radiação3.

Compreender a física da emissão radiativa é a base para garantir que as operações de soldagem ocorram com total eficiência técnica, segurança e preservação da integridade física dos operadores1.


  1. BOXER SOLDAS. Mitos e verdades sobre a vista queimada com solda. [S. l.], [20,]. Disponível em: boxersoldas.com.br/vista-queimada-com-solda/. Acesso em: 10 ago. 2026.
  2. TECNOLOGIA de soldagem e processos. [S. l.: s. n.], 2021. Documento PDF (Scribd). Disponível em: pt.scribd.com/document/542437010/Tecnologia-de-soldagem. Acesso em: 10 ago. 2026.
  3. NOLASCO, Felipe. Título da tese/dissertação não especificado. Tese (Doutorado) , Centro de Energia Nuclear na Agricultura, Universidade de São Paulo, Piracicaba, [s. d.]. Disponível em: http://cena.usp.br/residuos/publicacoes/tese_felipe_nolasco.pdf. Acesso em: 10 ago. 2026.
  4. TEZOTTO, Diogo Rodrigues. Balanço dos gases de efeito estufa na cadeia. Dissertação (Mestrado) , Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba, 2018. Disponível em: iepapp.unimep.br/biblioteca_digital/pdfs/docs/02052018_130334_diogorodriguestezotto_ok.pdf. Acesso em: 10 ago. 2026.
  5. SOLDADOR. Soldar prejudica seus olhos? [S. l.], [20,]. Disponível em: soldador.com.br/post/soldar-prejudica-seus-olhos. Acesso em: 10 ago. 2026.
  6. CARTILHA Ergonômica do Soldador. [S. l.]: SlideShare, 2014. Apresentação de slides. Disponível em: pt.slideshare.net/slideshow/cartilha-ergonmica-do-soldador/32004676. Acesso em: 10 ago. 2026.
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  12. MERCADO LIVRE. Cortina PVC para solda proteção fogo irradiação rolo 10 mts. Anúncio comercial. [S. l.], [20,]. Disponível em: produto.mercadolivre.com.br/MLB-4499391722-cortina-pvc-para-solda-proteco-fogo-irradiaco-rolo-10-mts-_JM. Acesso em: 10 ago. 2026.
  13. SEKURECO. Cortina de soldadura CEPRO verde 9 EN ISO 25980 antirradiação. [S. l.], [20,]. Disponível em: sekureco.eu/pt/cortinas-ignifugas-de-soldadura-retardantes/593-cortina-de-soldadura-cepro-verde-9-en-iso-25980-antirradicao-autoextinguivel.html. Acesso em: 10 ago. 2026.
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  18. HO FÁCIL WEB. É permitido usar os limites da ACGIH para insalubridade? [S. l.], [20,]. Disponível em: hofacilweb.com.br/e-permitido-usar-os-limites-da-acgih-para-insalubridade/. Acesso em: 10 ago. 2026.
  19. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora Nº 15 (NR-15): Atividades e operações insalubres. Brasília, DF: MTE, [20,]. Disponível em: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-15-nr-15. Acesso em: 10 ago. 2026.
  20. SENRA, Thiago. Radiações não ionizantes. [S. l.], [20,]. Disponível em: thiagosenra.com.br/paradigma/radia%C3%A7%C3%B5es-n%C3%A3o-ionizantes. Acesso em: 10 ago. 2026.
  21. CHEMICAL RISK. Entenda os tipos de limites de exposição ocupacional. [S. l.], [20,]. Disponível em: chemicalrisk.com.br/limites-de-exposicao-ocupacional/. Acesso em: 10 ago. 2026.
  22. PRO-RAD. Radiações não ionizantes. [S. l.], [20,]. Disponível em: prorad.com.br/servico/Radia%C3%A7%C3%B5es-N%C3%A3o-Ionizantes. Acesso em: 10 ago. 2026.

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